
Acabei de assistir The Guitar. Não é um filme maravilhoso. Mas me prendeu. É um filme que aborda o amor pela música e o poder dela de uma forma bastante íntima e peculiar.
Não vou contar o filme (inteiro) aqui, mas a protagonista (Mel) recebe a notícia de que tem apenas algumas semanas de vida (um mês ou dois talvez), perde o emprego e o namorado tudo num espaço muito curto de tempo. Ela percebe que tempo nunca foi tão intangível e tenta uma mudança radical na sua vida. Muda de casa, compra tudo que deseja no cartão de crédito, cria uma relação estranha com os objetos. Se agarra nisso. Mel experimenta novas sensações e amores. E aprende a tocar guitarra. Um amor antigo, mas que nunca teve oportunidade de viver. E de fato é uma experiência maravilhosa. Eu já dormi com minha guitarra algumas vezes. Nada como o chiado que faz no ampli. Nada como o "ti ri ri rrrrrrrrrrrim" das cordas tocadas num dedilhado tão solitário quanto desplugado.
Se passa um mês, dois, três. Suas contas chegam, seus amores partem, seu objetos são obrigados a estabelecer relações com estranhos. Mas por quê? Porque ela pode não viver até amanhã, mas pode viver até seus 80, 90 anos. Enfim...está curada.
Como fizeram isso com ela?
Como puderam fazer isso com ela?
Como ela fez isso?
Isso é o que eles querem saber...
Ela só mudou tudo.
E sabe? Ela tava bem quando não tinha tempo.
Ficar perdido por estar viva? Como ela pode pensar isso?
Dois ou três acordes talvez, um pouco de drive e uma vida segue em frente.
E o tempo? Continua intangível, mas de um jeito bom. Pelo menos pra ela.
The Guitar.
Não vou contar o filme (inteiro) aqui, mas a protagonista (Mel) recebe a notícia de que tem apenas algumas semanas de vida (um mês ou dois talvez), perde o emprego e o namorado tudo num espaço muito curto de tempo. Ela percebe que tempo nunca foi tão intangível e tenta uma mudança radical na sua vida. Muda de casa, compra tudo que deseja no cartão de crédito, cria uma relação estranha com os objetos. Se agarra nisso. Mel experimenta novas sensações e amores. E aprende a tocar guitarra. Um amor antigo, mas que nunca teve oportunidade de viver. E de fato é uma experiência maravilhosa. Eu já dormi com minha guitarra algumas vezes. Nada como o chiado que faz no ampli. Nada como o "ti ri ri rrrrrrrrrrrim" das cordas tocadas num dedilhado tão solitário quanto desplugado.
Se passa um mês, dois, três. Suas contas chegam, seus amores partem, seu objetos são obrigados a estabelecer relações com estranhos. Mas por quê? Porque ela pode não viver até amanhã, mas pode viver até seus 80, 90 anos. Enfim...está curada.
Como fizeram isso com ela?
Como puderam fazer isso com ela?
Como ela fez isso?
Isso é o que eles querem saber...
Ela só mudou tudo.
E sabe? Ela tava bem quando não tinha tempo.
Ficar perdido por estar viva? Como ela pode pensar isso?
Dois ou três acordes talvez, um pouco de drive e uma vida segue em frente.
E o tempo? Continua intangível, mas de um jeito bom. Pelo menos pra ela.
The Guitar.

